sábado, 9 de abril de 2011

Inevitávelmente...
“Era uma vez uma menina que queria saber qual era o destino das folhas secas do outono
Numa bela tarde passeando pelas ruas de pedra avistou uma única folha com as pontinhas enroladas de tão seca, estava ali, incrivelmente imóvel, pois não havia vento. Pensou em aproximar-se e, em dois passos lentos agachou-se, curiosa, se perguntando se o destino daquela folha já fora traçado ou se estava ali somente de passagem. E num piscar de olhos, o vento levantou a folha, que de tão seca, facilmente flutuou, a menina rapidamente ficou em pé, e seguiu o caminho que a folha traçava. A viagem foi longa, cansativa, o vento parecia incansável, fazia daquela folha seu brinquedo, flutuava, rodopiava, queria cair, mas o vento cuidava logo de levantá-la, e o ruivo que soava, parecia a sua risada, se divertindo à custa daquela pequena folha seca. “Até que cansou, a folha caiu, e ali ficou, pois a terra úmida não queria soltá-la, parecia sugá-la, a menina então percebeu que a folha estava se desmanchando, e que ali se transformara mais um adubo orgânico.”

quinta-feira, 24 de março de 2011

Clichê.

"Enquanto as nuvens formam desenhos no céu, e o vento brinca com as folhas secas do outono, vagos pensamentos levam-me até você, mostrando que mesmo longe, você corre o risco desse complexo amor platônico, que me deixa seca e vazia, tonta, de tanta saudade, já não consigo mais ser coerente, e quem se importa com isso? Eu, e um ausente amor idealizado.” ( Bia Macêdo)

E?

Pode-se dar um basta naquilo que não nos convém, não é uma atitude egoísta, e sim amor próprio”

3x4

“Diga a verdade ao menos uma vez na vida, você se apaixonou pelos meus erros, e eu perdi as chaves, mas que cabeça minha agora vai ter que ser para toda a vida” (Engenheiros do Havaí)

quinta-feira, 10 de março de 2011

“Então está tudo certo, tudo certo está, enquanto brincas com o sentimento alheio, plantas a tua solidão futura, e uma vingança bem sucedida, baseia-se, no processo da colheita da vida, afinal de contas o que se planta, colhe.” (Bia Macedo)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Destino ou sentença?

“Eu vou seguir com o vento, a doce sensação de liberdade, seguir sem rumo? Talvez. Acreditar que para voar, não preciso de asas, apenas do mundo. Gostaria de saber quando o vento descansa, onde e como... ah! Doce sensação, doces lembranças, doces cheiros, doces abraços... Vento que traz liberdade, vento que me traz você, vento que me liberta vento que me aprisiona.” (Bia Macedo)